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Calcinha

Foto: Vivi Wang
Nos últimos tempos, várias celebridades apareceram em público sem vestir uma peça essencial no vestuário feminino: a calcinha. Juliana Paes, Adriane Galisteu, Flávia Alessandra e Britney Spears, por mais de uma vez, foram flagradas sem nenhuma "proteção" por debaixo de saias e vestidos. Mas porque será que elas aboliram a calcinha? Uma das explicações possíveis é aquele terrível medo de que a peça íntima marque a roupa, e assim, acabe de vez com todo o glamour do visual. Outras mulheres dizem que não a usam devido problemas de saúde. Saiba o que os especialistas dizem sobre o assunto.
Foto: Flavia Alessandra
O ginecologista José Bento afirma que calcinha realmente faz mal à saúde. Segundo o médico, a calcinha, principalmente as de materiais sintéticos e com forros muito grossos, impedem a ventilação do local e aquecem a região, o que acaba promovendo a proliferação de bactérias e fungos no aparelho genital e, consequentemente, o surgimento de infecções e corrimentos. Há ainda mulheres que são alérgicas a determinados tecidos, o que prejudica ainda mais a saúde do aparelho sexual.
"A saia não foi criada à toa", diz o dr. José Bento apoiando a atitude das famosas. "As mulheres realmente precisam arejar a região genital". Para ele, um hábito saudável é dormir sem calcinha. "Não há vantagem nenhuma em usar calcinha para dormir. Tudo é uma questão de costume".

Além de doenças sexuais, como a candidíase, o uso de determinados tipos de calcinhas podem provocar o aparecimento de varizes e celulite. Isso é o que afirma o ginecologista José Bento. Mas para que esses efeitos aparecerem, o elástico da região da virilha tem que estar muito apertado.

A coordenadora do Ambulatório de Sexualidade da Unifesp, a ginecologista Carolina Carvalho, é uma das defensoras do uso da calcinha. "Na minha opinião, essas mulheres que apareceram na mídia sem estarem usando calcinhas querem mesmo é aparecer". Segundo a médica, não há nada provado contra o uso da calcinha, "caso contrário a maioria das mulheres teria problemas".

"A calcinha é uma proteção, sem ela aumentaria muito o risco da mulher contrair uma infecção no local", ressalta Carolina. "Só recomendo ficar sem a peça para dormir. Outra atitude que pode ser tomada é trocá-la mais de uma vez por dia", completa.
Fonte: Terra saúde.

DORMIR SEM CALCINHA
órgão genital feminino precisa de ventilação, de tomar um ar de vez em quando.

E por mais que pareça engraçado, o assunto é coisa séria. Calcinhas, principalmente as de materiais sintéticos e com forros mais grossos, aquecem a região genital, o que acaba promovendo a proliferação de bactérias e fungos.

Essas bactérias são as responsáveis pro aqueles velhos inimigos das mulheres: as infecções e corrimentos, responsáveis por grande parte das visitas aos ginecologistas. Mais que essa idéia de ventilação, há também casos reais de mulheres que possuem alergia aos tecidos que se fabricam as calcinhas, na maioria das vezes. Para essa turma, livrar-se da calcinha, de vez em quando, também pode ser uma ótima pedida
Não foi à toa que inventaram a saia.
As mulheres parecem precisar mesmo de um tempo em elásticos, apertos e materiais de algodão e lycra.
Falando nessas duas opções, vale lembra que o algodão ainda é o mais recomendado pelos especialistas na hora de fazer aquela compra de roupa íntima.
Um hábito saudável, indicado pelos ginecologistas é dormir sem calcinha.

Na higiene da casa, em um momento totalmente relax vale a pena experimentar o hábito para ganhar pontos com a saúde depois. Pequenas noites “mais ventiladas” podem evitar algumas doenças sexuais, como a candidíase, por exemplo.

(http://www.9dades.com.br)

Por O Dr. Fábio
Por vivermos em um país de clima quente e úmido, e estarmos cada vez mais propensas a estresses que levam à queda da imunidade, não é raro sentirmos desconfortos vaginais. Um dos mais comuns é a Candidíase Vulvovaginal: estima-se que cerca de 75% das mulheres experimentarão pelo menos um episódio da doença durante a vida. Conversei com o ginecologista Fábio Muniz para entender esse problema um pouco melhor, vejam só:


O que é a Candidíase Vulvovaginal e quais são suas causas?

Trata-se de uma infecção da vulva e da vagina, causada pela proliferação de um fungo chamado Cândida albicans que, em muitos casos, já existe na flora vaginal da mulher, mas não é prejudicial em pequenas quantidades. Existem vários fatores que predispõem esta proliferação, como a gravidez, a obesidade, o Diabetes descompensado, as altas dosagens de anticoncepcionais e antibióticos, o contato com substâncias alérgicas (perfume, talco, desodorantes), o uso constante de biquínis molhados, absorventes diários e roupas íntimas de tecidos que diminuem a ventilação da região vaginal.


Quais são os sintomas dessa doença?

Os sintomas dependem do grau da infecção e eles podem apresentar-se isolados ou associados. O principal sintoma é a coceira vulvovaginal, mas a pessoa também pode sentir dor ao urinar e no ato sexual, vermelhidão na vulva, ter a vagina coberta por uma placa branca ou acizentada e perceber na calcinha um corrimento branco sem cheiro e com aspecto de leite coalhado. É importante lembrar que, ao sentir qualquer desconforto, a visita a um ginecologista é essencial.


Candidíase não é considerada uma DST?

Não, pois a relação sexual não é a principal forma de transmissão. Porém, é sempre importante se preservar usando camisinha!


Como é possível evitar a Candidíase?

Algumas medidas bem simples, relacionadas à higiene íntima e ao vestuário, podem ajudar a evitar a Candidíase:
- Dê preferência às roupas íntimas de puro algodão e evite usar absorventes íntimos diariamente, pois prejudicam a ventilação local.
- Adquira o hábito de dormir com roupas confortáveis e largas, de preferência de puro algodão. Se possível, durma sem calcinha, para que a região íntima fique ventilada e menos propensa à contaminação.
- Evite usar toalhas e roupas íntimas que ficaram secando no banheiro (isso facilita a manutenção dos fungos) e, principalmente, aquelas que pertencem a outras pessoas. As toalhas devem ser bem lavadas e sempre passadas a ferro antes do uso.
- Após as evacuações, a higiene local deve ser feita trazendo o papel higiênico no sentido da vulva para o ânus (da frente para trás), nunca ao contrário, evitando assim a contaminação da vagina por germes que habitam as fezes.
- Evite ficar períodos longos com o maiôs ou biquínis molhados, porque eles prejudicam a transpiração e deixam o ambiente úmido e quente, o que favorece a proliferação dos fungos.
- Duchas intra-vaginais são absolutamente desnecessárias, pois causam desequilíbrio na flora vaginal e podem levar os germes para outros órgãos genitais, como o útero, o ovário e as trompas.


Como é o tratamento para a Candidíase Vulvovaginal?

Ao sentir os sintomas, a pessoa deve procurar o ginecologista imediatamente, para que seja feito um exame ginecológico. Tratamentos com cremes e remédios via oral são os mais recomendados, lembrando que somente um médico pode prescrevê-los.


O Dr. Fábio. Muniz é ginecologista, obstetra e mastologista no Hospital e Maternidade São Cristóvão

Fonte: Yahoo!

Dormir sem calcinha deveria ser um hábito incentivado desde a infância, e passado de mãe para filha...Porém ainda uma boa parte das mulheres desconhece o quanto é importante que os genitais femininos passem algumas horas “descobertos”, facilitando a ventilação e o arejamento dessa região

 
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